sexta-feira, 6 de maio de 2011

Biografia da banda Restart revela intimidade

Livro traz depoimentos dos artistas, amigos e familiares; leia trechos

Após grande expectativa da “família Restart”, finalmente chegou às lojas a biografia Coração na Mão (R$ 34,90, Editora Saraiva - Benvirá), que conta a história da banda que virou sucesso nacional.
Escrito pela jornalista Fátima Gigliotti, o livro traz depoimentos dos coloridos, de amigos e de familiares, e ainda revela a intimidade do grupo, como detalhes do começo da carreira, quando ainda era conhecido como C4.

Quer concorrer a dois livros sobre a história da banda Restart? Saiba como


O UOL Música vai sortear dois livros sobre a história da banda Restart, "Coração na Mão - A História Completa". Para participar da promoção, basta seguir o twitter de @UOLMúsica e tuitar a seguinte mensagem:
Sigo @UOLMusica e quero ganhar o livro “Coração na Mão – A história Completa do Restart”  que será sorteado em 12/05 http://kingo.to/AL1
Pronto para participar? Então cruze os dedos e boa sorte! O sorteio acontecerá às 16h do dia 12/05. Tuites publicados depois deste horário não serão considerados válidos.
Serão elegíveis ao sorteio todos os internautas seguidores de UOL Música que tenham ao menos 10 seguidores e tuitarem (ou retuitarem) o link da promoção em seus perfis no microblog. Mas atenção: o UOL se reserva ao direito de não premiar perfis "fakes" - isto é, criados deliberadamente com o intuito de atingir o número mínimo 10 seguidores proposto no regulamento. Neste caso, será realizado outro sorteio.
Como funciona

O sorteio é realizado pelo serviço Sorteie.me, que seleciona um ganhador aleatoriamente dentre todos internautas que retuitarem o link da promoção.

O imprescindível é que o seu tuite contenha @UOLMusica e a URL da promoção. Você pode conferir todos os usuários que estão participando do sorteio neste link.

O sistema gera resultados verdadeiramente aleatórios que ficam armazenados numa página exclusiva do sorteio.

Integrante do Restart posa sem camisa para fotos

Thomas, integrante da banda Restart, posou sem camisa para fotos. O músico foi clicado pelo fotógrafo Neto Fernandez em Londrina, no Paraná.

Skank: às vésperas do show no Rio, Samuel Rosa elogia coloridos da Restart

Após ter dito que se sentiu numa “festa de criança” durante o prêmio VMB 2010, do qual a banda Restart foi a grande vencedora, o vocalista do Skank, Samuel Rosa, ameniza a polêmica e diz que admira o trabalho dos coloridos.
— O rock tem um contingente juvenil muito forte, e a Restart conversa de forma direta e eficaz com essa galera — diz Samuel, que, com sua banda, desembarca amanhã na Fundição Progresso, na Lapa, com a turnê “Multishow ao vivo — Skank no Mineirão” (o show é às 22h, com ingressos entre R$ 60 e R$ 80).
No repertório do quarteto estarão as canções do CD homônimo, lançado em setembro de 2010, incluindo o hit “Noites de um verão qualquer”, que rendeu ao Skank duas das três indicações do VMB. Nas três categorias, os mineiros veteranos foram batidos pelos novatos da Restart.
Para Samuel, isso mostra que os coloridos conseguiram um tarefa árdua: conquistar uma legião de fãs:
— Sem entrar no mérito da qualidade do som, eles cumprem uma premissa bacana da música pop, que é difícil: tocar para multidões. Isso significa ser muito admirado por uns e odiado por outros. Não é para qualquer um.

Restart – Coração Na Mão – a História Completa. Tudo o que os fãs querem saber sobre a banda teen que ganhou todos os prêmios.

Durante quatro meses, a jornalista Fátima Gigliotti esquadrinhou a vida de Pe Lanza, Pe Lu, Thomas e Koba, os integrantes da Restart, banda que virou febre no Brasil. Acompanhou a rotina do conjunto, participou de uma turnê, viajou com eles, visitou suas casas, conversou com seus pais, amigos e ex-colegas de escola. O resultado dessa extensa reportagem é um retrato inédito da vida dos quatro garotos, com muitas histórias comoventes e divertidas, desde a infância, passando pelas pessoas e artistas que os influenciaram, até chegar aos dias de hoje.

Formada oficialmente em meados de 2008, a Restart rapidamente se tornou um fenômeno. Apenas dois anos depois de sua criação, ganhou os prêmios mais importantes do cenário musical brasileiro. Venceu, por exemplo, o prêmio VMB em cinco categorias, incluindo “banda revelação” e “artista do ano”, e o Multishow, com a música “Recomeçar”, considerada a melhor de 2010.
Com menos de três anos de existência, a Restart ganhou um disco de platina ao vender 100.000 cópias de seu primeiro álbum. Na internet, é um campeão de audiência. Suas músicas acumulam mais de 8 milhões de plays no MySpace e, no Twitter, os quatro garotos, somados, possuem mais de 2 milhões de seguidores. Em breve, lançará um DVD gravado ao vivo, com tiragem inicial de 800.000 cópias.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Restart vai participar do 'Xuxa só para baixinhos 11'

A participação da banda Restart no próximo "Só para baixinhos" da Xuxa está confirmada. Os quatro meninos coloridos vão cantar com ela no 11º volume do projeto, que começou em 2000. O último foi lançado no ano passado e contou com participações de Maria Gadú, Victor & Léo e Matheus.
O "Xuxa só para baixinhos 11", com o encontro de Xuxa e Restart, vai ser lançado em setembro em CD e DVD. Ainda não foi divulgado se haverão mais cantores famosos ao lado de Xuxa.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

“Não importa a hora, ele tem que nos dar boa noite com beijo e abraço”, diz Tereza, mãe do Pe Lu, em entrevista.

Para diminuir o sentimento e acompanhar mais de perto o universo do filho e a movimentação dos fãs, ela usa a internet. Uma conta no Facebook, duas no Twitter, mais o perfil engraçadinho feito para ela – o @sogrinhatereza - pelo fã-clube da banda. Nesse último, simpática, ela se comunica com as inúmeras candidatas ao posto de nora e garante que não se sente enciumada.
Ao contrário dela, a artista plástica Cristina Kartalian confessa ter ciúme – e muito! – do assédio ao filho, o cantor Fiuk. "Ciúme de mãe não muda, com ou sem fama", confessa.
As redes sociais têm sido extremamente úteis para elas acompanharem mais de perto a vida dos filhotes. Assim como Tereza, Cristina segue a vida do filho famoso por meio dessas ferramentas. “Tenho Twitter, Facebook e compro todas as revistas em que o Fiuk aparece”, conta, no melhor estilo tiete.
O telefone também é fundamental nessa relação à distância. A cantora Mia, vocalista da banda CW7, liga para a mãe várias vezes ao dia. “Meus amigos comentam: ‘você vai ligar de novo para sua mãe? É a quinta vez'", ri.
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E quando só o virtual não dá conta de aproximar mães e filhos, o jeito é mexer nas agendas e tentar um encontro, mesmo que rápido. "Quando eu passo dois meses em São Paulo, sempre dou um jeito de ficar pelo menos dois dias em Curitiba, onde moram meus pais. Ou eles tentam vir a São Paulo, inclusive para assistir aos shows", afirma.
Mia saiu de casa há um ano e hoje mora na capital paulista com os primos - integrantes da banda -, mas confessa que se sente muito segura mesmo vivendo longe. A mãe não estranha. “A Mia sempre foi muito independente, por isso acho que não foi muito difícil“, admite Rita de Cássia Neves.
Reconhecimento
A fama dos filhos acabou alcançando também suas mães. Cristina é reconhecida na rua e já foi parada para tirar fotos. “Abro um sorriso enorme quando sou abordada pelos fãs do meu filho”, relata a mãe coruja. Rita de Cássia Neves também passa pela mesma situação. No último dia 17, depois de uma apresentação da banda CW7, teve de posar ao lado dos admiradores. “Você não imagina quantas fotos eu tirei!", comentou.
Sucesso e trabalho
Em comum, além dos filhos famosos, essas mães têm a preocupação de evitar que aquela criança carinhosa, atenciosa e leal não se deslumbre com a fama e o sucesso. Cristina, que deu a primeira guitarra ao filho Fiuk e insistiu para que ele continuasse nas aulas de música, dá a receita. "Devemos encarar e tratar o trabalho deles como outro trabalho qualquer. A fama é apenas uma consequência daquilo que ele constrói. E isso é positivo", afirma. "Sempre conversamos a respeito de tudo. Ensino, mas também aprendo com ele. Ninguém vive a vida do outro."
Para Rita de Cássia, conversar ajuda não só a manter os pés no chão, mas também a evitar o envolvimento com pessoas de índole duvidosa. ”Trocamos muitas ideias sobre interesse e outros assuntos, e hoje vejo que ela está bem preparada.” Tereza completa reafirmando os valores familiares. “Temos amigos e uma família grande, então, quem nos cerca de verdade são eles.”